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	<title>Arquivo de SEO - Data Universe</title>
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	<description>Conteúdos sobre as áreas de Data Science, Data Analytics, Estatística e Probabilidade, Inteligência Artificial e Machine Learning.</description>
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	<title>Arquivo de SEO - Data Universe</title>
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		<title>Otimização Semântica: Ferramenta para Gerar Schema JSON-LD de FAQ</title>
		<link>https://datauniverse.com.br/otimizacao-semantica-como-o-gerador-de-schema-json-ld-potencializa-a-nova-era-da-busca-com-geo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Polselli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 03:52:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ecossistema digital atual, a busca do Google evoluiu de um simples motor de respostas para um complexo sistema de descoberta semântica. Os usuários não apenas digitam palavras-chave; eles fazem perguntas, buscam soluções imediatas e esperam resultados contextuais, especialmente com base em sua localização. É neste cenário que entender o que é o schema de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No ecossistema digital atual, a busca do Google evoluiu de um simples motor de respostas para um complexo sistema de descoberta semântica. Os usuários não apenas digitam palavras-chave; eles fazem perguntas, buscam soluções imediatas e esperam resultados contextuais, especialmente com base em sua localização. </p>



<p>É neste cenário que entender <strong>o que é o schema de FAQ e como o Schema potencializa a nova era da busca com GEO</strong> se torna não apenas uma vantagem, mas uma necessidade estratégica para qualquer profissional de dados, marketing ou tecnologia.</p>



<p>A capacidade de estruturar informações de forma que as máquinas possam entender inequivocamente é a base do SEO técnico moderno. </p>



<p>Ao fornecer respostas claras e localizadas diretamente na página de resultados (SERP), você não só melhora a experiência do usuário, mas também sinaliza ao Google sua autoridade e relevância no assunto, posicionando-se à frente da concorrência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o schema de FAQ e como o Schema Potencializa a Nova Era da Busca com GEO</h2>



<p>Para responder de forma direta, o <strong>Schema de FAQ</strong> (Frequently Asked Questions) é um tipo específico de marcação de dados estruturados (structured data). Ele funciona como um &#8220;vocabulário&#8221; que você adiciona ao código do seu site para dizer aos motores de busca, como o Google, que uma determinada seção do seu conteúdo é uma lista de perguntas e respostas. Isso permite que o Google exiba suas perguntas e respostas como um <em>rich snippet</em> (resultado rico) diretamente na SERP.</p>



<p>A mágica acontece quando combinamos isso com <strong>GEO</strong>, ou seja, a geolocalização. A busca moderna é hiperlocal. O Google utiliza a localização do usuário para fornecer os resultados mais relevantes. Ao potencializar seus dados estruturados com informações contextuais e geográficas, você permite que o Google entenda não só &#8220;o quê&#8221; você responde, mas &#8220;onde&#8221; essa resposta é mais relevante, criando uma poderosa sinergia para dominar as buscas locais e informativas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Mecânica por Trás dos Dados Estruturados: JSON-LD na Prática</h2>



<p>Dados estruturados podem parecer um conceito abstrato, mas sua implementação é bastante concreta. A forma mais recomendada e flexível de adicionar o schema ao seu site é através do formato JSON-LD (JavaScript Object Notation for Linked Data).</p>



<p>Diferente de outros formatos que exigem a inserção de tags diretamente no HTML visível, o JSON-LD é um script que pode ser colocado no <code>&lt;head&gt;</code> ou <code>&lt;body&gt;</code> da sua página. Isso o torna mais limpo e fácil de gerenciar, sem interferir no código que renderiza o conteúdo para o usuário.</p>



<p>Um schema de FAQ básico em JSON-LD se parece com isto:</p>



<pre class="wp-block-code"><code>{
  "@context": "https://schema.org",
  "@type": "FAQPage",
  "mainEntity": &#91;{
    "@type": "Question",
    "name": "Qual é a sua primeira pergunta?",
    "acceptedAnswer": {
      "@type": "Answer",
      "text": "Esta é a resposta para a primeira pergunta."
    }
  },{
    "@type": "Question",
    "name": "Qual é a sua segunda pergunta?",
    "acceptedAnswer": {
      "@type": "Answer",
      "text": "E esta é a resposta para a segunda pergunta."
    }
  }]
}
</code></pre>



<p>Este código é um mapa claro para o Google, eliminando ambiguidades e permitindo que ele processe e exiba suas informações de forma eficiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">GEO e a Hiperlocalização: Por que a Localização é o Novo Campo de Batalha do SEO</h2>



<p>A proliferação de dispositivos móveis transformou a busca. Consultas como &#8220;consultoria de data science perto de mim&#8221; ou &#8220;melhor curso de machine learning em São Paulo&#8221; são cada vez mais comuns. O Google prioriza a entrega de resultados que não são apenas corretos, mas geograficamente pertinentes.</p>



<p>A busca com GEO utiliza múltiplos sinais para determinar a relevância local:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Localização física do usuário:</strong> Detectada via GPS ou endereço IP.</li>



<li><strong>Menções geográficas na consulta:</strong> Quando o usuário inclui o nome de uma cidade ou bairro.</li>



<li><strong>Dados do Google Business Profile:</strong> Informações sobre o endereço físico de uma empresa.</li>
</ul>



<p>Quando você implementa um schema de FAQ em uma página que também possui um schema de <code>LocalBusiness</code> ou <code>Organization</code> com dados de endereço claros, você cria uma conexão semântica poderosa. Você está dizendo ao Google: &#8220;Para usuários nesta região, estas são as perguntas mais frequentes e aqui estão as respostas definitivas&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendendo a Ferramenta: JSON-LD, Schema de FAQ e HTML</h2>



<p><a href="https://datauniverse.com.br/json-ld-schema-generator/">Esta ferramenta</a> foi projetada para resolver dois problemas comuns na publicação de conteúdo web: otimização para motores de busca (SEO) e a apresentação visual do conteúdo para o leitor. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="957" height="693" src="https://datauniverse.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image.png" alt="" class="wp-image-2653" srcset="https://datauniverse.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image.png 957w, https://datauniverse.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-300x217.png 300w, https://datauniverse.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-768x556.png 768w" sizes="(max-width: 957px) 100vw, 957px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">O que é JSON-LD?</h3>



<p><strong>JSON-LD (JavaScript Object Notation for Linked Data)</strong> é um formato de dados estruturados recomendado pelo Google. Ele permite que você &#8220;traduza&#8221; o conteúdo da sua página para uma linguagem que os motores de busca entendem perfeitamente. </p>



<p>Ao fazer isso, você fornece um contexto claro sobre suas informações. O código JSON-LD gerado por esta ferramenta é inserido no <code>&lt;head></code> do seu site e não é visível para os usuários, servindo apenas para comunicar-se com os robôs de busca.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é o Schema de FAQ (FAQPage)?</h3>



<p>O <strong>Schema de FAQ (<code>FAQPage</code>)</strong> é um tipo específico de marcação de dados estruturados que informa ao Google que sua página contém uma lista de perguntas e respostas. </p>



<p>Quando o Google identifica essa marcação, ele pode exibir suas perguntas e respostas diretamente nos resultados da pesquisa, como um <em>rich result</em> (resultado rico). </p>



<p>Isso aumenta a visibilidade do seu site, ocupa mais espaço na página de resultados e pode melhorar significativamente sua taxa de cliques (CTR), pois os usuários encontram respostas diretamente no Google.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como o Código HTML Facilita a Implementação?</h3>



<p>A regra de ouro do Google para dados estruturados é que <strong>o conteúdo marcado com schema deve estar visível para o usuário na página</strong>. </p>



<p>Simplesmente adicionar o código JSON-LD sem exibir as perguntas e respostas no seu artigo pode ser considerado uma violação das diretrizes do Google.</p>



<p>É aqui que o segundo código gerado entra: o <strong>HTML estilizado</strong>. Esta ferramenta não só cria o código para os robôs (JSON-LD), mas também o código para os seus leitores (HTML). </p>



<p>Ao copiar e colar este bloco HTML diretamente no corpo do seu artigo, você garante que as mesmas perguntas e respostas do seu schema estão visíveis para todos, cumprindo as diretrizes do Google e enriquecendo o conteúdo para o seu público. </p>



<p>Isso economiza tempo e garante que sua implementação de SEO técnico esteja correta e completa.</p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link wp-element-button" href="https://datauniverse.com.br/json-ld-schema-generator/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acesse a ferramenta aqui</a></div>
</div>



<h2 class="wp-block-heading">O Erro Comum a Evitar: Não Transforme Tudo em um FAQ</h2>



<p>Um erro frequente é tentar usar o schema de FAQ para fins promocionais ou em páginas que não possuem um formato genuíno de perguntas e respostas. </p>



<p>O Google é explícito em suas diretrizes: o conteúdo deve ser uma troca de informações, não um anúncio.</p>



<p>Utilizar o schema de forma inadequada pode levar à perda da elegibilidade para rich snippets ou, em casos piores, a ações manuais. </p>



<p>O foco deve ser sempre em agregar valor e responder diretamente às dúvidas do usuário, alinhando-se com a intenção de busca informativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinergia: O Aumento da Taxa de Cliques (CTR)</h2>



<p>O principal benefício de aparecer com um <em>rich snippet</em> de FAQ é o aumento do espaço que seu site ocupa na SERP. Isso torna seu resultado mais visível e informativo, o que naturalmente leva a uma maior taxa de cliques (CTR).</p>



<p>Ao responder a uma dúvida já na página de resultados, você estabelece confiança e autoridade antes mesmo de o usuário clicar. Ele entende que seu site tem a resposta que ele procura, tornando o clique mais qualificado e intencional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>Dominar a busca moderna exige uma compreensão profunda de como a informação é estruturada e contextualizada. Ignorar a intersecção entre dados semânticos e geolocalização é deixar uma oportunidade imensa na mesa. </p>



<p>Agora que você compreende <strong>o que é o schema de FAQ e como o Schema potencializa a nova era da busca com GEO</strong>, o próximo passo é a aplicação prática. Ao estruturar seu conteúdo para responder diretamente às perguntas do seu público e sinalizar sua relevância local, você constrói uma base sólida para um SEO robusto, alinhado às diretrizes de E-E-A-T e preparado para o futuro.</p>
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		<title>Profissionais de SEO precisam saber programar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Polselli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2020 20:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como um profissional de SEO, sua função invariavelmente o levará a interações com pessoas em uma ampla variedade de funções, incluindo proprietários de negócios, gerentes de marketing, criadores de conteúdo, construtores de links, agências de RP e desenvolvedores. Estes desenvolvedores principalmente, podem ser engenheiros de software, codificadores, programadores, desenvolvedores front-end e back-end e profissionais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como um profissional de SEO, sua função invariavelmente o levará a interações com pessoas em uma ampla variedade de funções, incluindo proprietários de negócios, gerentes de marketing, criadores de conteúdo, construtores de links, agências de RP e desenvolvedores.</p>



<p>Estes desenvolvedores principalmente, podem ser engenheiros de software, codificadores, programadores, desenvolvedores front-end e back-end e profissionais de TI de vários tipos. Essas são as pessoas que escrevem o código e / ou geralmente gerenciam as várias tecnologias da web que compõem e fazem os sites funcionarem.</p>



<p>Em sua função como SEO, pode ou não ser praticável para você dominar completamente as linguagens de programação, como C ++ e Java, linguagens de script, como PHP e JavaScript, linguagens de marcação, como HTML, XML ou a linguagem de folha de estilo CSS .</p>



<p>Além dessas, há muito mais linguagens de programação, script e marcação por aí e o objetivo de maneira alguma é se tornar um especialista em todo tipo de linguagem, até porque essa não é a finalidade da função do SEO, mas sim do programador.</p>



<p>Mas, é essencial para você, como profissional de SEO, entender as várias linguagens e tecnologias que compõem a web em que você está trabalhando. Quando você está fazendo recomendações, que os desenvolvedores provavelmente irão executar, você precisa entender sua mentalidade, seus pontos fracos, como é o seu trabalho e ser capaz de falar a língua deles.</p>



<p>Saber programar em SEO, se refere principalmente a algumas poucas linguagens web que são as mais comumente utilizadas em desenvolvimento de sites na maior parte dos cenários atuais.</p>



<p>Isso significa entender a estrutura e a lógica principalmente de linguagens como HTML, CSS e Javascript, não para construir um site do zero, mas para conseguir identificar, analisar e implementar oportunidades com facilidade e rapidez.</p>



<p>Acredito que o cenário ideal para qualquer profissional de SEO é conhecer o básico sobre:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Como a Internet funciona</strong> &#8211; endereço IP, TCP / IP, HTTP / HTTPS, DNS, TLS, etc.</li>



<li><strong>Como funciona o mecanismo de pesquisa</strong> &#8211; entidades, rastreadores da web (searchbots), sitemap.xml, robots.txt, algoritmo de pesquisa, índice de pesquisa, indexação, etc.</li>



<li><strong>Como funcionam os sites</strong> &#8211; HTML, CSS, JS, PHP, etc.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Como você atua dentro de SEO?</h2>



<p>Um profissional de SEO pode atuar de diferentes maneiras como oferecendo consultoria, freelance, in-house ou dentro de alguma agência especializada, cada cenário vai exigir um perfil diferente e uma necessidade maior ou menor de conhecimento de algumas linguagens de programação.</p>



<p>Qual é o tamanho da empresa onde você trabalha ou do cliente que você atende? Caso você trabalhe como consultor ou freelancer e ofereça serviços para clientes pequenos, esses clientes nem sempre dispõe de uma equipe altamente bem estruturada com desenvolvedores de ponta que irão realizar as implementações necessárias.</p>



<p>Caso você não tenha conhecimento em programação, isso geralmente exige que seja necessário contratar desenvolvedores terceirizados para realizar correções realmente simples e fundamentais de código que irão ocasionar em um aumento do custo do seu serviço.</p>



<p>Nem sempre isso é uma opção e se você tivesse esse conhecimento poderia estar colocando esse custo adicional no bolso por exemplo.</p>



<p>Já nas atuações in-house, no caso de empresas maiores, é provável que elas já irão dispor de equipes para executar correções simples e avançadas de código, mas então, o desafio é você conseguir se relacionar com esses profissionais e conseguir falar a mesma língua que eles para evoluir rápido nas implementações.</p>



<p>E se você decidir iniciar seu próprio projeto? Você vai ter toda essa estrutura de desenvolvedores e profissionais de B.I de imediato ou terá que se virar por conta própria? E quando acontecer algum problema técnico com seu projeto, você pode contratar esses profissionais para te auxiliar?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque o conhecimento em programação é uma vantagem competitiva dentro do SEO?</h2>



<p>Como SEOs, estamos constantemente trabalhando com desenvolvedores para implementar nossas recomendações. Entender por que eles tomam certas decisões e como pensam é realmente fundamental para trabalhar melhor com eles.</p>



<p>Se você se deparar com problemas graves de código que afetam a performance do seu site, você vai conseguir redigir e fornecer a seu desenvolvedor uma documentação técnica para que ele consiga corrigir o problema ou irá simplesmente demandar que ele descubra tudo sozinho?</p>



<p>Todas essas conversas serão mais fáceis se você puder <strong>oferecer insights construtivos no lugar de apenas demandas.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Entender como programar torna você um melhor SEO técnico.</h2>



<p>Entender a construção de sites e como eles funcionam realmente ajuda você a levar seu SEO para outro nível.</p>



<p>Conforme <a href="https://www.optimizesmart.com/beginners-guide-coding-seo/">esse artigo redigido por Himanshu Sharma fundador da Optimize Start</a>, existem diversos benefícios em aprender a programar se você for um profissional de SEO, como:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Automação</h3>



<p>Como SEOs, às vezes acabamos executando tarefas muito repetitivas, e ser capaz de reduzir o tempo gasto para fazer essas tarefas repetitivas abre a oportunidade de focar mais na estratégia e em outras coisas que você não pode deixar para a automação.</p>



<p>Este problema pode ser qualquer coisa, desde automatizar / acelerar determinada parte do seu processo de extração de dados para análise por meio de APIs até a construção de uma ferramenta personalizada que pode realizar tarefas como Data Scrapping ou manipular dados de acordo com a forma desejada.</p>



<p>Com as expressões regulares (REGEX) por exemplo, é possível construir e implementar leituras avançadas dentro de diversas ferramentas como o Google Data Studio, Analytics, GTM dentre outras e extrair grandes quantidades de dados com somente 1 linha de comando, poupando muito tempo e esforço.</p>



<p>Faça coisas que são impossíveis de fazer manualmente: lidar com grandes quantidades de dados, repetir processos tediosos, mesclar tabelas, importar dados de fontes diferentes e por ai vai&#8230;</p>



<p>Tudo isso (lidar com várias fontes de dados, automação, produtividade e fazer coisas que você simplesmente não pode fazer manualmente) significa que você pode ter mais tempo para se concentrar em questões estratégicas de análise, insights e estratégia, em vez de se preocupar com operações detalhadas de baixo nível como mesclar duas tabelas ou rastrear alguns milhares de páginas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Análise Investigativa e competitiva</h3>



<p>Existem diversas práticas de black hat que muitas empresas fazem sem saber ou passam por consultorias inexperientes que deixam rastros de códigos maliciosos nos sites das empresas.&nbsp;</p>



<p>Como um SEO experiente e técnico cabe a você conseguir identificar esses rastros e corrigi-los.</p>



<p>Apesar do Google ficar cada vez mais humano, ele ainda se limita a ler códigos fontes das páginas para tomar suas decisões, isso significa que é possível identificar diversas oportunidades através da investigação de como são construídos os códigos das páginas de seus concorrentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Construção de scripts para marcação de dados schema (JSON-LD)</h3>



<p>A estrutura da marcação de dados mais utilizada do momento é formada a partir de um código de javascript</p>



<p>Muitos desenvolvedores ainda não conseguem montar scripts completos e funcionais de JSON-LD, e caso uma vírgula esteja fora do lugar, boa parte do seu código poderá ser anulado e você simplesmente não estará usufruindo da marcação de dados e não terá uma vantagem de performance nas buscas.</p>



<p>Mas existem diversos plugins de schema hoje no mercado como o Yoast ou RankMath por exemplo, certo? Pra que alguém precisaria escrever manualmente?</p>



<p>A resposta é simples, os plugins que estão disponíveis hoje, conseguem executar somente tarefas básicas, e muitas vezes sequer funcionam. A biblioteca de marcações Schema é gigantesca, existem combinações entre essas bibliotecas abrindo uma quantidade gigantesca de possibilidades estratégicas…</p>



<p>Os únicos plugins que conseguem chegar mais perto de oferecer uma solução completa são pagos e extremamente caros, saber implementar essas soluções manualmente consegue trazer uma economia significativa para o projeto, permitindo investir em soluções mais necessárias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Elevar o nível da sua análise de Dados</h3>



<p>A Maior parte do tempo e das tarefas de um SEO são destinadas para análise de dados tanto interna quanto competitiva.</p>



<p>Como profissionais de marketing, estamos nadando em um mar de dados. Existem profissionais que trabalham com centenas de milhões de linhas de dados. Utilizar uma linguagem de programa como R ou Python é uma maneira de lidar com uma quantidade de informações massivas que ferramentas mais simples como o Excel não permitem.</p>



<p><a href="https://www.jcchouinard.com/author/jean-christophe-chouinard/">Jean-Christophe Chouinard</a> Sr SEO em Melbourne &#8211; Austrália criou um programa completo de Python para SEO onde ele reúne tudo que alguém que está começando a programar em Python e tem vontade de trazer isso para a realidade de SEO precisa saber.</p>



<p>No <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.jcchouinard.com/python-for-seo/" target="_blank">guia completo de Python para SEO</a>, é possível ter uma perspectiva do porque você deve aprender Python, como aprender além de uma série de funções e programas já desenvolvidos pela comunidade para realizarem desde auditorias técnicas até extração e análise de dados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Gerenciar e implementar tags de analytics</h3>



<p>Hoje o Google Tag Manager consegue implementar a maior parte das tags sem precisar ver 1 linha de código, porém para implementar e construir tags avançadas, muitas vezes não existem códigos prontos (como o facebook pixel ou google analytics) para os eventos que você quer medir dependendo da ferramenta que a empresa quer implementar.</p>



<p>Entender de javascript é essencial para poder analisar o disparo de eventos no data layer (camada de dados) para funções de Enhanced E-commerce por exemplo.</p>



<p>É importante também conseguir inserir os disparadores de eventos nas páginas e avaliar o motivo de não estarem disparando corretamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Alfabetização e diferencial no mercado</h3>



<p>Está se tornando muito mais comum em países como os Estados Unidos aprender a programar na escola primária. Portanto, ao aprender a programar, você fica em pé de igualdade com as crianças do mundo todo, pessoas que podem entrar no mercado de trabalho no futuro.</p>



<p>A barreira para aprender a programar é relativamente alta, nem todos tem a capacidade de aprender a programar ou a intenção de fazer isso. Não se aprende a programar em 1-2 semanas apenas lendo alguns artigos ou livros, então quando você consegue realizar esse feito, se diferencia na sua carreira, entre seus concorrentes e também na sua indústria.</p>



<p>Você não precisa se tornar um desenvolvedor, mas é recomendado que você pelo menos entenda os conceitos e a lógica por trás da programação.</p>



<p>Uma vez desenvolvida essa habilidade, você obtém a capacidade de automatizar tarefas e realizar diversas análises em muito menos tempo do que outros profissionais de SEO que não tem a mesma visão que você.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Não ficar preso por limitações técnicas e não ser enganado facilmente</h3>



<p>“Ah, mas é só pedir que o desenvolvedor faz e pronto&#8230;”</p>



<p>Estamos falando de seres humanos certo? Tudo pode acontecer… Se um desenvolvedor não está disposto a resolver seu problema naquele momento sabendo que você não entende do assunto, pode facilmente criar empecilhos para evitar realizar tarefas simples e até mesmo cobrar valores altíssimos para executar funções simples e banais.</p>



<p>Além disso, uma vez entregue uma demanda, como você consegue avaliar se ela atende às expectativas ou se deve ser revisada?</p>



<p>E eu te pergunto, como você se defende desse tipo de situação sem os devidos conhecimentos?</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Múltiplas fontes de dados</h3>



<p>Nenhuma ferramenta oferece uma visão completa do seu negócio. Uma análise de dados avançada normalmente contém dados de fontes diferentes. </p>



<p>Você sempre precisará combinar dados de diferentes fontes para obter uma visão melhor de seu desempenho e fazer perguntas significativas sobre o negócio. </p>



<p>As ferramentas geralmente não &#8220;falam&#8221; umas com as outras, então você terá que fazer isso sozinho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre independência e flexibilidade</h2>



<p>Geralmente quando essa discussão é levantada, muitos dizem que SEOs não tem que aprender a programar e que isso é inútil, pois grandes profissionais conseguem atingir grandes resultados sem conhecer programação e que graças a CMS’s como o WordPress e plugins de arquitetura como o&nbsp; Elementor, qualquer um consegue construir sites inteiros e profissionais sem nem se deparar com 1 linha de código.</p>



<p>É importante entender que apesar de ser famoso, o wordpress representa somente 37% do market share mundial, seguido de 3% do Joomla e 2% de Drupal.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://alexandrepolselli.com.br/wp-content/uploads/2020/10/marketshare-wordpress.jpg" alt="marketshare cms mundial wodpress" class="wp-image-810"/></figure>



<p>Fonte: <a href="https://kinsta.com/pt/wordpress-quota-mercado/">Kinsta</a></p>



<p>Percebo que poucos param para refletir sobre isso, mas ainda existem sites que não estão dentro de grandes CMS famosas como WordPress, Drupal ou Joomla e que às vezes são desenvolvidos CMS customizados por agências que querem amarrar clientes ou empresas que possuem projetos antigos e mesmo que o ideal fosse realizar essa migração, pode acontecer de isso não ser possível, ou dos donos do negócio terem algum motivo para não o fazer.</p>



<p>O objetivo dessa informação é refletir sobre a seguinte questão: Como ser capaz de fazer SEO para esses diversos cenários?</p>



<p>Na maior parte dos casos, principalmente em sites de empresas pequenas, não se faz necessária a utilização de códigos avançados e nem nada do que foi mencionado nesse texto até agora, porém conforme os projetos vão crescendo, os desafios vão se tornando cada vez maiores, o nível de detalhes e possibilidades que surgem começam a se expandir e sempre será necessário um profissional que consiga lidar com essa expansão de maneira responsável para garantir que o projeto não irá desabar por erros fundamentais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Saber programar não é obrigação de um SEO, é um diferencial.</h2>



<p>Que fique bem claro, o objetivo maior do SEO não está em fazer linhas de código e ficar corrigindo problemas técnicos de programação, mas sim em <a href="https://alexandrepolselli.com.br/quanto-custa-consultoria-de-seo/">trazer resultados para a sua companhia e/ou clientes.</a></p>



<p>Porém nem sempre será possível contratar desenvolvedores e uma equipe de B.I para te dar suporte e resolver quaisquer problemas técnicos que possam surgir. Existem diversas empresas de diversos tamanhos, com verbas diferentes e principalmente com problemas diferentes e complexos.</p>



<p>Sem dúvidas o conhecimento em programação ajuda o profissional não só de SEO, mas de qualquer área de marketing a se tornar mais independente, flexível e ter uma visão aprimorada da área.</p>



<p>O SEO não deve saber programar para ficar escrevendo linhas de código, mas deve entender como funcionam as linguagens e a lógica de programação para ter uma visão holística do cenário dos websites e se tornar mais independente além de agregar mais valor para si mesmo como profissional e para as empresas.</p>
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		<title>Entendendo os Buracos e Pontos nos dados de posições do Search Console</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Polselli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2020 17:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem já trabalha com SEO há algum tempo e utiliza a ferramenta do Google Search Console provavelmente já se deparou com um quadro que chama muita atenção e pode levantar dúvidas e preocupações com a saúde do site, que são certas lacunas e / ou pontos nos dados de posição para uma determinada palavra-chave [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para quem já trabalha com SEO há algum tempo e utiliza a ferramenta do Google Search Console provavelmente já se deparou com um quadro que chama muita atenção e pode levantar dúvidas e preocupações com a saúde do site, que são certas lacunas e / ou pontos nos dados de posição para uma determinada palavra-chave ou página.</p>



<p>Isso é um problema do site, da ferramenta ou de alguma outra coisa? Como se corrige isso? Para entender esse “possível problema” que ocorre na leitura de dados da ferramenta, é necessário compreender mais a fundo sobre algumas métricas e como elas são calculadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Introdução rápida às métricas do Search Console</h2>



<p>Existem algumas coisas confusas ao percorrer os relatórios no GSC, e isso é especialmente o caso para aqueles que são novos em SEO. Um exemplo é o relatório de desempenho, que costumava ser chamado de Search Analytics.</p>



<p>O relatório de desempenho fornece informações sobre o tráfego de pesquisa orgânica, incluindo consultas que levam ao seu site, classificação de páginas de destino na Pesquisa, taxa de cliques (CTR), posição média para classificação de consultas no Google e muito mais&#8230;</p>



<p>É extremamente importante entender <a href="https://support.google.com/webmasters/answer/7042828?hl=en">o que constitui uma impressão e um clique, e como o Google calcula a posição</a> para consultas e páginas de destino.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Impressões</h3>



<p>Para listagens orgânicas padrão (10 links azuis), uma impressão é registrada para uma página mesmo quando o usuário que realizou a busca não desceu (scrollou) a SERP. Portanto, nos 10 links azuis, se sua listagem for a de número #9 e abaixo da dobra, ainda receberá uma impressão simplesmente pelo fato da página de pesquisa ter sido carregada.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Posição</h3>



<p>A posição é calculada de cima para baixo e, em seguida, da parte primária para a secundária da tela (com base no idioma).&nbsp;</p>



<p>Um link deve receber uma impressão para que sua posição seja calculada e posteriormente registrada, portanto <strong>sem impressão = sem posição.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Os gráficos de dados do Google Search Console</h2>



<p>Os gráficos de dados da ferramenta são baseados nos critérios selecionados pelo usuário e portanto quanto menos filtros são utilizados, mais abrangente é a amostra e mais dados “concatenados” são incluídos dentro do mesmo gráfico.</p>



<p>Na aba de desempenho vemos uma linha histórica de dados a partir dos filtros que são selecionados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Consulta</li>



<li>Página</li>



<li>País</li>



<li>Dispositivo</li>



<li>Aspecto da Pesquisa</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://alexandrepolselli.com.br/wp-content/uploads/2020/09/filtros-do-search-console.png" alt="" class="wp-image-789"/></figure>



<p>Isso significa que ao puxar uma amostra de 6 meses de dados, estamos vendo a posição para uma determinada palavra-chave que pode resultar em qualquer página que corresponda à ela em qualquer país, dispositivo e qualquer aspecto de pesquisa…</p>



<p>Com essa abrangência de critérios, é natural que a impressão e/ou posição de uma determinada palavra-chave seja muito maior porque estamos “somando e juntando” a exposição dela em todos esses ambientes.</p>



<p>Acontece que se eu começar a remover esses “pedaços” de presença de uma determinada palavra-chave e/ou página através dos filtros, começamos a enxergar os buracos e pontos nas posições.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Agravante 1) Afunilamento das Consultas e Long Tail</h2>



<p>Nesse exemplo abaixo foi feito somente 1 filtro para uma consulta (volume de 12.000 buscas mensais segundo o SEMRush) de maneira agregada, ou seja, através da opção de seleção abrangente “consultas com” que irá puxar qualquer tipo de palavra-chave que corresponda de maneira aproximada do meu termo e não apenas aquela busca específica e exata.</p>



<p>Para o site&nbsp; que eu estou analisando especificamente, eu já consigo visualizar as primeiras lacunas num período de 6 meses de dados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://alexandrepolselli.com.br/wp-content/uploads/2020/09/search-console-buracos-e-lacunas-nos-dados-2.jpg" alt="" class="wp-image-788"/></figure>



<p>Olhando esse gráfico é possível imaginar então que o site pode ter sofrido algum tipo de problema nesses dois dias especificamente e a partir disso fazer uma análise histórica para tentar entender que tipo de problema pode ter ocorrido nessas datas.</p>



<p>Porém como mencionado acima, essa é uma consulta agregada, ao trocar a classificação do filtro de “Consultas com” para “Consulta exata” os buracos ficam ainda maiores e em maior quantidade:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://alexandrepolselli.com.br/wp-content/uploads/2020/09/search-console-buracos-e-lacunas-nos-dados-3.jpg" alt="" class="wp-image-787"/></figure>



<p>Um fator importante a se considerar é que essas lacunas não aparecem somente para essa consulta, mas sim para diversas consultas dentro do site. Quanto mais long-tail for a palavra-chave, maior é a probabilidade de se visualizar os buracos.</p>



<p>Isso acontece porque quanto mais longa for uma busca menor é a probabilidade de alguém realizar essa busca e dificilmente ela irá gerar impressões constantes durante um longo período de tempo.</p>



<p>Abaixo trouxe o comportamento de 4 palavras-chave long-tail distintas do mesmo site através da consulta exata do GSC:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://alexandrepolselli.com.br/wp-content/uploads/2020/09/buracos-e-lacunas-search-console-exemplos.jpg" alt="" class="wp-image-792"/></figure>



<p>Há casos onde para uma palavra-chave, o gráfico acaba concatenando o comportamento em diferentes localizações / países. Nesse caso ao fazer um filtro por localização ele fica mais estável. </p>



<p>Isso significa que como mencionado acima, em uma seleção abrangente, o gráfico irá mostrar diferentes comportamentos de diferentes ambientes em um mesmo gráfico dando a impressão de que a página está com uma oscilação muito forte.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://alexandrepolselli.com.br/wp-content/uploads/2020/09/search-console-buracos-e-lacunas-nos-dados-4.png" alt="" class="wp-image-785"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Agravante 2) O Volume das palavras chave e a variação de tendência diária e mensal</h2>



<p>A métrica de volume de pesquisa de uma palavra-chave é uma das mais importantes e provavelmente a mais utilizada em SEO.</p>



<p>Mas, à medida que mais e mais ferramentas de pesquisa de palavras-chave entram no mercado, os usuários começam a perceber que ferramentas diferentes relatam volumes de pesquisa diferentes para as mesmas palavras-chave.</p>



<p>E, o mais importante, esses volumes de pesquisa costumam ser diferentes do que o Google Keyword Planner está mostrando (que a maioria das pessoas considera como a única fonte precisa de dados de palavras-chave).</p>



<p>Conforme a<a href="https://ahrefs.com/blog/keyword-search-volume/"> Ahrefs explica neste artigo</a>, o volume das palavras-chave que são apresentados nas ferramentas, são uma média anual arredondada que é calculada todo mês.</p>



<p>Isso significa que não é porque uma consulta possui um volume alto de buscas mensais que exatamente todo mês será feito esse exato número de buscas todos os dias, afinal são humanos fazendo essas buscas e isso é extremamente orgânico e volátil.</p>



<p>Dessa forma, fica mais fácil de entender o motivo de não receber impressões (e portanto um cálculo de posição) para uma palavra-chave exata com um volume relativamente alto.</p>



<p>O exemplo abaixo mostra o comportamento do interesse da mesma palavra-chave do gráfico mostrado acima (volume de 12.000 buscas mensais segundo o SEMRush) para um período maior de 12 meses no Brasil.</p>



<p>É possível verificar abaixo que na mesma data onde ocorreu o primeiro buraco no gráfico de posições, houve uma queda brusca no interesse e nas buscas dela segundo o Google Trends.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://alexandrepolselli.com.br/wp-content/uploads/2020/09/tendencia-google-trends.png" alt="" class="wp-image-790"/></figure>



<p>Essa mesma queda de interesse não só coincide com o comportamento dentro do GSC, mas também mostra que aquela palavra chave exata, simplesmente não teve impressão dentro desse período, mas suas outras palavras derivadas tiveram ao menos 1 impressão.</p>



<p>Portanto ao fazer o afunilamento para consulta exata, ela gera um espaço em branco nas posições para esse período, já se aumentamos a abrangência e pegamos as consultas relacionadas, as mesmas geraram uma impressão para a mesma página.</p>



<p>A mesma página recebeu uma impressão de consultas relacionadas, porém não recebeu da consulta exata, logo a página foi impressa e não denota um problema técnico como indexação ou algo do tipo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://alexandrepolselli.com.br/wp-content/uploads/2020/09/periodo-search-console.png" alt="" class="wp-image-791"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Flutuação de rankings &#8220;extrema&#8221; ao publicar novos conteúdos</h2>



<p>John Mueller do Google afirmou que <a href="https://www.searchenginejournal.com/google-expect-extreme-ranking-fluctuations-publishing-new-content/251593/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">flutuações &#8220;extremas&#8221; de classificação podem ocorrer após a publicação de novo conteúdo.</a></p>



<p>O fato de conteúdos simplesmente desaparecerem por completo das buscas algumas semanas após sua publicação é considerado normal, pois o algoritmo precisa entender onde encaixar determinado conteúdo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Isso pode ser completamente normal. A parte complicada é quando encontramos um novo conteúdo, em um novo site ou site existente, temos que estimar onde achamos que devemos mostrar onde é relevante. Às vezes, estimamos um valor bastante alto e, com o tempo, isso se acalma.</p>



<p>Então, pode ser que ele se estabeleça em uma posição semelhante, pode ser que ele apenas flutue por um tempo e depois se assente em uma posição semelhante, ou talvez vá se estabelecer em uma posição mais alta ou talvez vá se estabelecer em uma posição um pouco mais baixo.</p>



<p>Então, especialmente com conteúdo totalmente novo, as classificações que você vê lá, eu esperaria que flutuassem um pouco. Talvez &#8211; não sei, estou apenas inventando um número &#8211; uma ou duas semanas até que as coisas se acomodem em um estado em que dizemos que esta é a classificação normal que consideramos apropriada …</p>



<p>É meio extremo, eu acho, mas pode definitivamente acontecer que indexemos algo que classificamos bem alto que, por alguns dias, ele desaparece completamente e então volta para talvez na mesma posição ou talvez um pouco diferente posição.&#8221;</p>
<cite>John Muller</cite></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">O que explica os buracos e pontos do GSC?</h2>



<p>Analisando os comportamentos das palavras-chave acima, entendendo como funcionam as métricas do GSC e como são dados os volumes de impressão de uma palavra-chave oferecido por ferramentas de terceiros no mercado é possível verificar que os buracos nos relatórios do GSC não são problemas técnicos ou penalizações do Google, mas sim a ausência de impressões para uma consulta específica dentro de um determinado período e que portanto não foi possível realizar o cálculo de posição para aquela palavra-chave, resultando em lacunas e pontos separados na análise de desempenho.</p>



<p>Além disso, como constatado por John Muller, conteúdos novos devem esperar esse tipo de comportamento por conta do algoritmo durante algumas semanas.</p>



<p>Esse comportamento não é uma exclusividade de 1 ou 2 palavras-chave dentro de um site, mas sim de qualquer uma. A probabilidade de verificar os buracos nos gráficos aumenta conforme o tamanho da palavra-chave (Maior o tamanho da consulta = Maior a probabilidade de resultar em buracos no GSC).&nbsp;</p>
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